Hm... Ache interessante essa observação. Mesmo assim, colocando esse ponto de vista ou não em meio ao roteiro, o pieguisse da guerra ainda está lá.
Se formos analizar bem, as guerras em jogos ocorrem por motivos básicos num mundo rpg, envolvendo magos, feitiços, pactos, maldições, etc. Se estudar um pouco mais a fundo algumas guerras famosas, como a 1ª e a 2ª Mundial, a Guerra Fria, Guerra dos Cem Anos, entre outras, existe sempre um motivo ecônomico e/ou político - isso é obvio.
Hitler é um "muso" mais que perfeito para antagonista, Joana Dark para heroína, Pilatos como um rei covarde. A vida real é muito mais útil que o mundo fechado que criamos e copiamos mais que música de cantor de blues.
Isso, para mim, parece dar um ar melhor e novo em meio a tantos projetos com "roubaram a pedra de poder!", "essa não, vamos derrubar o castelo dele!".
Hm... Acho que se os bluseiros registrassem as músicas antes de por num disco independente, não ia ter esse problema...